Archive for October, 2003

Seja um cisne.

Posted on October 30th, 2003 by Cirilo Veloso Moraes

- Vó, por que as pessoas sofrem???
- Como é que é???
- Por que as “pessoas grandes” vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa???
- Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
(silêncio)
- Vó…
- Oi…
- Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal??? Não consigo entender.
- É [...]

Recife, minha cidade

Posted on October 29th, 2003 by Cirilo Veloso Moraes

Entrei no msn messenger, quase agora, aproveitei para ver alguns e-mails e ao sair de lá, entrando consequentemente na página principal do msn, deparei-me com os dizeres: “Recife é um dos maiores centros culturais e de lazer do Nordeste. Venha conhecer!”. Concordo.
Resolvi então colocar a matéria que há na parte de viagens sobre essa cidade [...]

Razão para viver.

Posted on October 28th, 2003 by Cirilo Veloso Moraes

Por que você nasceu? Já se fez essa pergunta alguma vez?
Se já pensou sobre isso e ainda não teve resposta, preste atenção na história a seguir.
Trata-se de uma velhinha que havia perdido toda sua família na guerra. Vendeu a grande casa que possuía e morava agora num pequeno cômodo no canto da sua antiga propriedade. [...]

Certas oportunidades são únicas.

Posted on October 26th, 2003 by Cirilo Veloso Moraes

Hoje eu queria somente dizer, utilizando-me das palavras de Shakespeare, que:
“A preguiça e a indecisão são traidoras; pelo medo de arriscar, as vezes pode-se perder bens (imateriais) que, se poderia conquistar se não fosse o receio de tentar”.
Ainda me lembro que postei algo no primeiro dia deste blog… Algo sobre oportunidades dito por Amyr Klink. [...]

Fixação.

Posted on October 24th, 2003 by Cirilo Veloso Moraes

Quando a gente persegue as coisas, elas fogem. Vale para os animais, para os amantes, até para o dinheiro. Quem nunca conheceu uma pessoa adorável numa festa que lhe disse: “eu telefono na semana que vem”. Então, a gente passa uma semana sem sair! Fica junto do telefone… esperando. Quem telefona? Todo mundo, menos aquela [...]